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A Tether Holdings, emissora do stablecoin USDT, obteve uma vitória jurídica significativa. Um tribunal dos EUA decidiu arquivar uma ação coletiva movida contra a Tether e a Bitfinex, alegando falta de mérito no caso.

De acordo com o julgamento proferido pela Juíza-Chefe Laura Taylor Swain do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Nova York, a ação, que questionava a veracidade das reservas da Tether, não apresentou “alegações plausíveis de lesão”. Os autores da ação não conseguiram provar que o valor do USDT foi afetado.

A Tether Holdings, emissora do stablecoin USDT, obteve uma vitória jurídica significativa. Um tribunal dos EUA decidiu arquivar uma ação coletiva movida contra a Tether e a Bitfinex

Os autores da ação, Matthew Anderson e Shawn Dolifka, que iniciaram o processo em dezembro de 2021, alegaram que as afirmações da Tether sobre o lastro do USDT eram infundadas. Eles argumentaram que a Tether não manteve a mesma quantidade de reservas que os tokens Tether em circulação e que essas reservas incluíam outros ativos, como empréstimos super garantidos e títulos comerciais não divulgados. Em sua defesa, a Tether afirmou que sempre manteve uma paridade de 1:1.

Após essa vitória jurídica, a Tether reiterou seu compromisso de cumprir suas promessas e garantir a proteção da comunidade.

Em outros desenvolvimentos, a Tether, buscando superar a MicroStrategy como uma das principais compradoras institucionais de Bitcoin, adquiriu 52.670 BTC adicionais no primeiro trimestre de 2023, refletindo seu otimismo sobre o futuro do Bitcoin.

Além disso, apesar dos desafios enfrentados pela indústria cripto no ano passado, incluindo a falência de algumas exchanges, a Tether registrou um lucro impressionante de aproximadamente $700 milhões no final do ano passado.

Esta notícia destaca a resiliência e o compromisso da Tether em meio a desafios legais e a volatilidade do mercado criptográfico.

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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br — o portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e a maioria das pessoas achava que era golpe. Eu fiquei. E nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 que eliminou 90% dos projetos, a entrada institucional de 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br, lidero a produção de análises baseadas em dados reais — histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macroeconômico. Cada previsão publicada passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, exponho o raciocínio e assumo quando erro. Acredito que o investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

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