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Bank of America recomenda investir até 4% em criptomoedas, incluindo Bitcoin

TF
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Bank of America recomenda investir até 4% em criptomoedas, incluindo Bitcoin
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O Bank of America, um dos maiores bancos dos Estados Unidos, passou a recomendar que seus clientes com patrimônio mais elevado considerem destinar uma parte pequena de seus investimentos em criptomoedas — especialmente Bitcoin. A faixa sugerida está entre 1% e 4% do total da carteira de investimentos.

O que motiva essa orientação

De acordo com o banco, a recomendação se dirige a investidores dispostos a aceitar a alta volatilidade típica das criptomoedas e com interesse em inovação. No entanto, sublinham que a alocação deve ser modesta e cautelosa.

Acesso via ETFs

Para facilitar esse tipo de investimento de forma regulada, o Bank of America vai oferecer — a partir de janeiro de 2026 — acesso a quatro fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin. Entre eles estão fundos gerenciados por empresas renomadas como BlackRock, Fidelity, Grayscale e Bitwise.

Antes dessa decisão, os conselheiros de investimentos do banco não podiam recomendar criptomoedas rotineiramente, salvo quando o cliente solicitava especificamente. A mudança marca uma abertura institucional importante às criptos.

O que isso significa

  • Criptomoedas, uma vez vistas como um investimento alternativo e especulativo, ganham respaldo formal de um grande banco tradicional.
  • A recomendação visa diversificar portfólios com uma fração pequena — equilibrando potencial de retorno e risco.
  • O uso de ETFs regulados oferece uma forma mais institucional e “segura” de se expor ao Bitcoin, em contraponto a formas mais diretas ou informais de investir.

Fonte: criptonnoticias

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Tor Field
Escrito por
Tor Field
Especialista em Criptomoedas
441 artigos · 03/12/2025

Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br — o portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas.

Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e a maioria das pessoas achava que era golpe. Eu fiquei. E nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 que eliminou 90% dos projetos, a entrada institucional de 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024.

No Coin360.com.br, lidero a produção de análises baseadas em dados reais — histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macroeconômico. Cada previsão publicada passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, exponho o raciocínio e assumo quando erro.

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