BTCR$ 397.319,00+2.80%ETHR$ 12.511,16+3.00%XRPR$ 8,05+19.70%BNBR$ 3.629,43+5.40%SOLR$ 485,88+3.90%DOGER$ 0,48+12.00%ADAR$ 1,20+11.80%AVAXR$ 39,19+3.70%

O Bank of America, um dos maiores bancos dos Estados Unidos, passou a recomendar que seus clientes com patrimônio mais elevado considerem destinar uma parte pequena de seus investimentos em criptomoedas — especialmente Bitcoin. A faixa sugerida está entre 1% e 4% do total da carteira de investimentos.

O que motiva essa orientação

De acordo com o banco, a recomendação se dirige a investidores dispostos a aceitar a alta volatilidade típica das criptomoedas e com interesse em inovação. No entanto, sublinham que a alocação deve ser modesta e cautelosa.

Acesso via ETFs

Para facilitar esse tipo de investimento de forma regulada, o Bank of America vai oferecer — a partir de janeiro de 2026 — acesso a quatro fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin. Entre eles estão fundos gerenciados por empresas renomadas como BlackRock, Fidelity, Grayscale e Bitwise.

Antes dessa decisão, os conselheiros de investimentos do banco não podiam recomendar criptomoedas rotineiramente, salvo quando o cliente solicitava especificamente. A mudança marca uma abertura institucional importante às criptos.

O que isso significa

  • Criptomoedas, uma vez vistas como um investimento alternativo e especulativo, ganham respaldo formal de um grande banco tradicional.
  • A recomendação visa diversificar portfólios com uma fração pequena — equilibrando potencial de retorno e risco.
  • O uso de ETFs regulados oferece uma forma mais institucional e “segura” de se expor ao Bitcoin, em contraponto a formas mais diretas ou informais de investir.

Fonte: criptonnoticias

⚠️ Aviso Importante: Este artigo é apenas informativo e não constitui recomendação ou conselho de investimento. Criptomoedas são ativos de alto risco. Consulte um profissional qualificado antes de investir. Leia o disclaimer completo.

Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.