Cristiano Castro, diretor de desenvolvimento de negócios da BlackRock no Brasil, declarou que as saídas de fundos de Bitcoin em ETFs spot são um fenômeno natural. Investidores individuais reagem rapidamente a quedas de preço, mas os ETFs são instrumentos altamente líquidos e projetados para lidar com fluxos de entrada e saída.
“Os ETFs são instrumentos altamente líquidos e poderosos. Eles foram criados para gerenciar fluxos”, afirmou Castro.
Crescimento Explosivo dos ETFs de Bitcoin da BlackRock
- O IBIT (ETF spot de Bitcoin nos EUA), lançado em janeiro de 2024, atingiu US$ 70 bilhões em ativos em apenas 341 dias – o ETF mais rápido da história a alcançar essa marca.
- Ativos atuais: US$ 70,7 bilhões (dados de outubro de 2025, via SoSoValue).
- Entradas líquidas no primeiro ano: mais de US$ 52 bilhões, superando todos os ETFs lançados na última década.
- Receita anual com taxas de negociação: cerca de US$ 245 milhões.
- Alocações globais em ETFs de Bitcoin da BlackRock (incluindo IBIT39 no Brasil) aproximam-se de US$ 100 bilhões.
- O fundo detém mais de 3% do suprimento total de Bitcoin.
Castro descreveu o crescimento como uma “grande surpresa”: “Éramos otimistas no lançamento, mas não esperávamos esse nível de expansão”. O sucesso é impulsionado pela rede global de distribuição da BlackRock, demanda institucional após aprovações regulatórias nos EUA e gestão de mais de 1.400 ETFs, com ativos totais superiores a US$ 13,4 trilhões.
Os ETFs de Bitcoin se tornaram a linha de produtos mais rentável da empresa globalmente.
Fonte: Bitcoin Sistemi.