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China se Torna Principal Mercado da Binance

Tor Field ·
China se Torna Principal Mercado da Binance
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Apesar da proibição do comércio de criptomoedas na China, o país emergiu como o maior mercado para a Binance, uma das principais exchanges de criptomoedas. Segundo um relatório do Wall Street Journal, usuários da Binance na China negociaram criptomoedas no valor de até 90 bilhões de dólares em um único mês deste ano, representando 20% do volume global total da Binance.

O comércio de criptomoedas foi proibido pelo Banco Popular da China, o banco central do país, em setembro de 2021, devido a preocupações relacionadas à lavagem de dinheiro e à possibilidade de evasão de controles de capital. Apesar do site da Binance ser bloqueado na China, os traders chineses ainda conseguem acessar o Binance.com usando redes privadas virtuais (VPNs), uma ferramenta de software usada para contornar a censura e fazer o usuário parecer estar em outro local.

Dados

De acordo com o relatório do WSJ, existem mais de 900.000 usuários ativos da Binance na China, e a exchange até trabalha com as autoridades chinesas para descobrir atividades criminosas entre os usuários. A China é um mercado “crucial” para a Binance, e manter sua presença no país será importante à medida que a repressão regulatória às criptomoedas nos EUA continua.

A Binance e seu CEO, Changpeng Zhao, foram processados pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) em junho, com o regulador acusando a Binance de mostrar “descaso flagrante pelas leis federais de valores mobiliários”. A Binance foi originalmente fundada por Zhao, um cidadão canadense nascido na China, na China em 2017. A exchange então mudou sua sede para fora do país quando as autoridades chinesas iniciaram uma repressão à indústria de criptomoedas em 2017 e 2018, embora alguns membros da equipe tenham sido mantidos na China.

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Tor Field
Escrito por
Tor Field
Especialista em Criptomoedas
454 artigos · 04/08/2023

Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br — o portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas.

Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e a maioria das pessoas achava que era golpe. Eu fiquei. E nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 que eliminou 90% dos projetos, a entrada institucional de 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024.

No Coin360.com.br, lidero a produção de análises baseadas em dados reais — histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macroeconômico. Cada previsão publicada passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, exponho o raciocínio e assumo quando erro.

Acredito que o investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

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