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Mr. Huber, uma figura renomada no mundo das criptomoedas, levantou questões intrigantes sobre a posição da Securities and Exchange Commission (SEC) em relação aos tokens digitais. Seu tweet recente questiona o aparente favoritismo mostrado pela SEC em relação ao Bitcoin Ethereum, as duas principais criptomoedas, enquanto submete outras a classificações de segurança rigorosas.

Desafiando a Postura Cripto de Gensler Huber iniciou sua crítica desafiando a ampla categorização de Gensler de que a maioria dos tokens são valores mobiliários. Ele destacou que a abordagem de Gensler falhou ao considerar as complexidades e nuances das ofertas de tokens. Huber argumenta que essa classificação generalizada não apenas simplifica demais as questões, mas também pode potencialmente impedir o crescimento e a diversidade da indústria cripto.

O especialista em criptomoedas ampliou sua posição citando as frustrações dos comissários da SEC, como Heister Peirce, que expressou publicamente sua insatisfação com a tendência da SEC de rotular tokens como valores mobiliários.

Confrontando os Fundadores do Ethereum Aumentando a intensidade de sua crítica, Huber atacou diretamente o co-fundador do Ethereum, Vitalik Buterin, e o ex-executivo Joseph Lubin em um tweet separado. Ele acusou a dupla, em conjunto com o gigante bancário JPMorgan, de subornar a SEC para garantir um monopólio para o Ethereum. Ele ainda insinuou que agora estavam tentando acusar outros de fazer o mesmo, aludindo a uma possível hipocrisia.

Bitcoin Maximalistas Vs Status do Ethereum Huber também se dirigiu aos maximalistas do Bitcoin, questionando suas explicações sobre o status “suficientemente descentralizado” do Ethereum, conforme determinado pela SEC. Ele destacou como o Ethereum foi declarado como tal apenas dois anos após sua Oferta Inicial de Moedas (ICO), apesar de argumentos persistentes sobre sua centralização.

Conclusão O debate sobre a descentralização e a postura da SEC em relação a diferentes criptomoedas continua a ser um tópico quente no mundo das criptomoedas. Enquanto algumas criptomoedas recebem um tratamento mais favorável, outras enfrentam escrutínio rigoroso, levantando questões sobre a consistência e transparência das decisões regulatórias.

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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

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