BTCR$ 329.331,000.30%ETHR$ 9.726,540.20%BNBR$ 3.040,560.10%XRPR$ 5,262.20%SOLR$ 372,171.40%DOGER$ 0,350.60%ADAR$ 1,02+4.90%AVAXR$ 32,913.10%

O Itaú , maior banco privado do Brasil, divulgou um relatório recomendando que investidores aloquem entre 1% e 3% de suas carteiras em Bitcoin a partir de 2026. A sugestão visa diversificação de riscos e proteção contra flutuações cambiais, mesmo em um ano de volatilidade para a criptomoeda.

De acordo com o analista Renato Eid, da Itaú Asset Management (braço de investimentos do banco), o Bitcoin não segue as mesmas dinâmicas de ações, renda fixa ou mercados locais. Sua natureza global e descentralizada oferece uma hedge única contra incertezas geopolíticas e variações no câmbio — especialmente relevante no Brasil, onde o dólar impacta diretamente o desempenho do ativo em reais.

O relatório destaca que, apesar da volatilidade em 2025 — com o Bitcoin oscilando entre US$ 80 mil e picos acima de US$ 125 mil, resultando em perda de cerca de 16% em reais para investidores brasileiros —, o ativo mantém potencial de valorização de longo prazo. Uma alocação modesta de 1% a 3% melhora a diversificação sem expor excessivamente o portfólio a riscos.

O Itaú enfatiza uma abordagem disciplinada: visão de longo prazo, rebalanceamento periódico e evitar decisões impulsivas baseadas em volatilidade recente. O Bitcoin deve ser um elemento complementar, não o centro da carteira.

Essa recomendação reflete a crescente institucionalização das criptomoedas no Brasil. O Itaú já oferece exposição ao Bitcoin via plataforma Íon e ETF BITI11 na B3, e criou uma divisão dedicada a ativos digitais em 2025.

⚠️ Aviso Importante: Este artigo é apenas informativo e não constitui recomendação ou conselho de investimento. Criptomoedas são ativos de alto risco. Consulte um profissional qualificado antes de investir. Leia o disclaimer completo.
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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.