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O Banco Central Europeu (BCE) informou nesta quinta-feira que o aplicativo do euro digital deverá superar os requisitos da Lei Europeia de Acessibilidade. A ferramenta será uma das formas de acesso aos serviços básicos da futura moeda digital na zona do euro, criada para complementar o dinheiro em espécie.

O desenho proposto busca atender pessoas com diferentes necessidades e reduzir barreiras durante pagamentos e outras operações. Entre os recursos previstos estão:

  • Acesso: navegação completa por teclado e compatibilidade com leitores de tela;
  • Visual: interface aprimorada e opção de redução de movimentos;
  • Compreensão: uso de linguagem simplificada;
  • Segurança operacional: prevenção de erros e alertas antes do encerramento de uma sessão por inatividade.

Alternativa aos aplicativos bancários:

O BCE apresentou o aplicativo independente em um relatório de progresso divulgado em outubro de 2025. A proposta é que a ferramenta funcione como alternativa caso os aplicativos dos bancos fiquem indisponíveis e permita ao usuário trocar de prestador de serviços de pagamento sem precisar aprender a usar uma nova plataforma.

Segundo o mesmo documento, prestadores bancários e não bancários se posicionaram contra a exigência de oferecer suporte obrigatório ao aplicativo independente.

Teste antes de uma eventual emissão:

Em 14 de julho, o BCE selecionou 36 prestadores de serviços de pagamento para um piloto com duração de 12 meses. Os testes estão programados para começar no segundo semestre de 2027 e servirão para avaliar o sistema antes de qualquer decisão sobre a emissão da moeda.

O euro digital é uma proposta de moeda digital de banco central, conhecida pela sigla CBDC. Seu objetivo é oferecer uma opção pública de pagamento eletrônico em toda a zona do euro, sem substituir as cédulas e moedas.

O projeto enfrenta questionamentos de defensores da privacidade e de parlamentares, que apontam a possibilidade de maior monitoramento de transações. O BCE afirma que o sistema contará com salvaguardas destinadas à proteção dos dados dos usuários.

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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

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