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A Gelephu Mindfulness City (GMC), região administrativa especial do Butão, contratou a gestora canadense 3iQ para administrar uma parcela não divulgada de sua reserva de Bitcoin. O acordo integra o plano de transformar a cidade em um centro de investimentos em ativos digitais.

A 3iQ também pretende manter presença de longo prazo em Gelephu, investir na formação de profissionais locais e oferecer treinamento e transferência de conhecimento. A empresa será uma das parceiras institucionais fundadoras do projeto, segundo o diretor do conselho da GMC, Jigdrel Singay.

Reserva destinada ao desenvolvimento:

Em dezembro de 2025, o Butão anunciou que até 10 mil Bitcoins das reservas nacionais poderiam ser alocados para apoiar a implantação da cidade. A contratação da 3iQ representa a etapa seguinte desse planejamento.

  • Volume sob gestão: não foi informado pelas partes;
  • Custódia dos ativos: os procedimentos não foram detalhados;
  • Estratégias permitidas: não há confirmação sobre empréstimos, derivativos ou operações voltadas à geração de rendimento;
  • Atuação local: inclui capacitação, contratação de talentos e compartilhamento de conhecimento.

O CEO da 3iQ, Pascal St-Jean, afirmou que a gestora aplicará padrões institucionais ao mandato, com foco no uso responsável, transparente e de longo prazo do capital do Butão.

A GMC busca se posicionar como um centro financeiro internacional voltado à inovação, sustentabilidade e gestão institucional de ativos. Novas etapas da parceria deverão ser divulgadas conforme o projeto avançar.

⚠️ Aviso Importante: Este artigo é apenas informativo e não constitui recomendação ou conselho de investimento. Criptomoedas são ativos de alto risco. Consulte um profissional qualificado antes de investir. Leia o disclaimer completo.
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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.