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O Situational Awareness, hedge fund fundado pelo ex-pesquisador da OpenAI Leopold Aschenbrenner, procura novos recursos com investidores e credores após registrar perdas expressivas na queda das ações de inteligência artificial em julho. O fundo também ofereceu a alguns investidores a possibilidade de comprar ativos de sua carteira.

O tamanho do prejuízo e o valor pretendido na captação não foram divulgados. Em 8 de junho, o fundo administrava cerca de US$ 20 bilhões, enquanto uma carta enviada aos investidores em 24 de julho apontava retorno de 439% após taxas até junho.

As perdas foram intensificadas pelo uso de capital emprestado. A estratégia aumentou a exposição do fundo às empresas ligadas à IA e, consequentemente, o impacto da desvalorização dessas ações durante a turbulência de julho. Na carta, Aschenbrenner afirmou que a correção abriu oportunidades consideradas atraentes para novos investimentos.

Aposta em energia, data centers e mineração:

Parte relevante da carteira está concentrada na infraestrutura necessária à expansão da inteligência artificial, incluindo fornecimento de energia e data centers. A estratégia alcançou mineradoras de Bitcoin que passaram a direcionar capacidade computacional para cargas de trabalho de IA.

Um documento apresentado em março à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) mostrou aproximadamente US$ 1,11 bilhão distribuído entre ações de sete mineradoras de Bitcoin. Entre as companhias citadas estavam:

  • IREN
  • Core Scientific
  • Riot Platforms
  • CleanSpark

Essas empresas integram um movimento do setor de mineração de criptomoedas para aproveitar instalações, energia contratada e equipamentos em serviços voltados à inteligência artificial. A mudança pode ampliar fontes de receita, mas mantém as companhias expostas às oscilações do mercado de tecnologia.

Aschenbrenner criou o Situational Awareness em 2024. Em meados daquele ano, publicou uma série de ensaios sobre inteligência artificial geral, nos quais previu que máquinas com essa tecnologia poderiam superar graduados universitários até o fim da década.

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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

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