BTCR$ 396.916,00+2.10%ETHR$ 12.491,22+2.50%XRPR$ 7,89+20.00%BNBR$ 3.622,74+5.70%SOLR$ 483,90+4.40%DOGER$ 0,48+11.50%ADAR$ 1,19+11.20%AVAXR$ 38,95+3.40%

Em um marco histórico para a integração entre finanças tradicionais e blockchain, o Telcoin Digital Asset Bank lançou o eUSD, o primeiro stablecoin lastreado em dólar americano emitido diretamente por um banco regulado nos EUA em uma rede pública. A stablecoin foi implantada nas blockchains Polygon e Ethereum, com uma emissão inicial de US$ 10 milhões.

O Telcoin Digital Asset Bank, operando sob charter aprovado pelo Departamento de Bancos e Finanças de Nebraska, em conformidade com a Nebraska Financial Innovation Act e diretrizes do federal GENIUS Act, posiciona o eUSD como um “dinheiro digital regulado”. Diferente de stablecoins emitidas por entidades não bancárias (como USDT ou USDC), o eUSD é emitido diretamente pela estrutura bancária, reduzindo riscos de contraparte e alinhando-se a padrões regulatórios rigorosos.

Tradução do tweet da polygon: Uma novidade para o setor bancário dos EUA: uma stablecoin lastreada em dólar emitida diretamente em uma blockchain pública.

Em conformidade com a Lei de Inovação Financeira de Nebraska e com as diretrizes da Lei GENIUS federal, o Telcoin Digital Asset Bank lançou a stablecoin eUSD na plataforma Polygon.

Um passo significativo rumo a contas bancárias nativas da blockchain nos Estados Unidos.

Paul Neuner, CEO da Telcoin, descreveu o lançamento como “o passo inicial para contas bancárias nativas em blockchain nos Estados Unidos”. A fase atual foca na emissão e transferência do token, com o onboarding de clientes pessoais e empresariais previsto para o início de 2026, via atualização V5 da carteira Telcoin Wallet.

Por que a Polygon foi escolhida?

A rede Polygon se destaca por suas transações rápidas, custos baixos e escalabilidade, tornando-a ideal para pagamentos on-chain. Recentemente, a Polygon tem atraído parcerias institucionais, incluindo integrações com Mastercard, Revolut e Mercuryo para pagamentos instantâneos em stablecoins e verificação de credenciais cripto. Sandeep Nailwal, CEO da Polygon, afirmou que 2026 será “pivotal” para pagamentos cross-border em blockchain, impulsionados por essas colaborações.

Implicações para o ecossistema cripto

Esse lançamento representa um avanço na adoção institucional de blockchains públicas nos EUA, onde stablecoins reguladas podem acelerar a transição para “digital cash” bancário. Com o eUSD disponível para transferências e liquidações, abre caminho para serviços financeiros nativos em rede, como contas blockchain com rendimento e pagamentos globais instantâneos.

No momento, o token POL da Polygon negocia em torno de US$ 0,10, com leve variação diária, refletindo o otimismo crescente em torno de sua infraestrutura para ativos do mundo real (RWAs) e stablecoins.

Essa iniciativa reforça a posição da Polygon como ponte entre finanças tradicionais e DeFi, pavimentando o futuro de pagamentos regulados em blockchain.

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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.