BTCR$ 335.285,00+2.80%ETHR$ 9.843,47+4.28%BNBR$ 2.932,26+1.87%XRPR$ 5,78+4.24%SOLR$ 400,03+3.52%DOGER$ 0,37+2.20%ADAR$ 0,90+8.96%AVAXR$ 33,99+2.93%

Após intensa volatilidade nos mercados de cripto no fim de semana, a QCP Capital identificou fatores macroeconômicos como a causa da recente queda do Bitcoin, de aproximadamente US$ 91.000 para US$ 85.000.

Fatores por trás da queda

  • O tom mais agressivo do Bank of Japan (BoJ) do que o esperado reduziu o apetite ao risco global — um sinal negativo para ativos voláteis como criptomoedas.
  • Dados de PMI da China mais fracos do que o antecipado reforçaram preocupações com a economia global, provocando reações de venda durante a sessão asiática.
  • A QCP também destacou que sinais de que o fundo Strategy Fund poderia vender BTC caso seu mNAV se deteriorasse geraram nervosismo entre investidores — o que aumentou a pressão vendedora.

Contexto macro mais amplo — nem tudo são más notícias

Apesar da queda no curto prazo, o panorama macro já vinha apontando alguns elementos positivos para o Bitcoin: o fim do aperto no balanço dos EUA (QT), a expectativa de cortes futuros nas taxas de juros e fluxos renovados para ETFs spot impulsionavam o mercado.

Especialistas agora destacam que a grande questão é se o Bitcoin conseguirá sustentar os recentes níveis de suporte. O movimento da cotação perto de US$ 86.000 indica que o mercado ainda busca uma direção de curto prazo.


O que observar nas próximas semanas

Movimentações em ETFs de Bitcoin e sentimento entre investidores de risco — fatores que podem determinar a tendência no curto a médio prazo.

Reações a novos dados macroeconômicos globais, especialmente do Japão e China.

Possíveis ações de grandes fundos que detenham Bitcoin — vendas institucionais podem pressionar o preço.

Fonte: Bitcoinsistemi

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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

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