A Bitmine adquiriu 76.881 ETH por US$ 135,6 milhões na semana passada, elevando suas reservas totais para 5,62 milhões de Ethereum, equivalentes a US$ 9,9 bilhões. No mesmo período, a Strategy comprou 1.587 Bitcoin por aproximadamente US$ 100 milhões, chegando a um total de 846.842 BTC avaliados em US$ 56,1 bilhões.
As duas movimentações reforçam uma tendência que domina o mercado cripto em 2026: empresas de capital aberto tratando ativos digitais como reserva estratégica de valor. A Bitmine, em particular, ampliou sua posição em Ethereum de forma acelerada, sinalizando convicção no ativo mesmo com o preço rondando os US$ 1.762 por unidade no momento da compra.
A Strategy, por sua vez, mantém o ritmo constante de acumulação de Bitcoin iniciado anos atrás. Com 846.842 BTC em caixa, a empresa detém hoje uma das maiores reservas corporativas do mundo, consolidando um modelo que influenciou dezenas de companhias globais a adotarem estratégia semelhante.
Para o investidor brasileiro, o movimento importa por dois motivos. Primeiro, compras institucionais dessa magnitude reduzem a oferta circulante e tendem a sustentar preços. Segundo, com o dólar negociado acima de R$ 5,70, um único BTC ultrapassa R$ 377 mil no câmbio atual, tornando o acesso fracionado via corretoras brasileiras o caminho mais prático para quem quer exposição ao ativo sem desembolso integral.




