BTCR$ 333.369,00+0.48%ETHR$ 9.755,77+1.57%BNBR$ 2.920,97+0.00%XRPR$ 5,69+1.02%SOLR$ 397,64+1.21%DOGER$ 0,370.59%ADAR$ 0,87+2.21%AVAXR$ 33,77+0.17%

Cristiano Castro, diretor de desenvolvimento de negócios da BlackRock no Brasil, declarou que as saídas de fundos de Bitcoin em ETFs spot são um fenômeno natural. Investidores individuais reagem rapidamente a quedas de preço, mas os ETFs são instrumentos altamente líquidos e projetados para lidar com fluxos de entrada e saída.

“Os ETFs são instrumentos altamente líquidos e poderosos. Eles foram criados para gerenciar fluxos”, afirmou Castro.

Crescimento Explosivo dos ETFs de Bitcoin da BlackRock

  • O IBIT (ETF spot de Bitcoin nos EUA), lançado em janeiro de 2024, atingiu US$ 70 bilhões em ativos em apenas 341 dias – o ETF mais rápido da história a alcançar essa marca.
  • Ativos atuais: US$ 70,7 bilhões (dados de outubro de 2025, via SoSoValue).
  • Entradas líquidas no primeiro ano: mais de US$ 52 bilhões, superando todos os ETFs lançados na última década.
  • Receita anual com taxas de negociação: cerca de US$ 245 milhões.
  • Alocações globais em ETFs de Bitcoin da BlackRock (incluindo IBIT39 no Brasil) aproximam-se de US$ 100 bilhões.
  • O fundo detém mais de 3% do suprimento total de Bitcoin.

Castro descreveu o crescimento como uma “grande surpresa”: “Éramos otimistas no lançamento, mas não esperávamos esse nível de expansão”. O sucesso é impulsionado pela rede global de distribuição da BlackRock, demanda institucional após aprovações regulatórias nos EUA e gestão de mais de 1.400 ETFs, com ativos totais superiores a US$ 13,4 trilhões.

Os ETFs de Bitcoin se tornaram a linha de produtos mais rentável da empresa globalmente.

Fonte: Bitcoin Sistemi.

Compartilhar.

Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

AVISO LEGAL: Todo o conteúdo deste site é apenas informativo e não constitui recomendação ou conselho de investimento. Criptomoedas são ativos de alto risco com possibilidade de perda total do capital. Consulte sempre um profissional qualificado (CVM/CFP®) antes de investir. Leia o disclaimer completo aqui.