BTCR$ 322.503,00+0.60%ETHR$ 9.534,58+0.50%BNBR$ 2.968,651.40%XRPR$ 5,50+1.10%SOLR$ 372,31+0.20%DOGER$ 0,360.20%ADAR$ 0,93+5.70%AVAXR$ 32,191.40%

A STRC, instrumento financeiro ligado à estratégia de acumulação de Bitcoin defendida por Michael Saylor, tornou-se alvo de críticas públicas após investidores questionarem abertamente se seu comportamento de mercado replica a dinâmica de um esquema Ponzi. A percepção, que circula em fóruns e redes sociais, aponta para uma estrutura em que os retornos dos participantes mais antigos dependem da entrada contínua de novos compradores, sem geração proporcional de valor intrínseco.

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@DonAlt

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17/06/2026

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So what's up with this
Can someone that loves Saylor explain to me why STRC is trading like a ponzi?

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🇧🇷 Traduzido pela redação do Coin360:

“Então o que está acontecendo com isso
Alguém que ama o Saylor pode me explicar por que a STRC está sendo negociada como um Ponzi?”

Fonte:@DonAltvia X (Twitter)

A STRC é um título de renda preferencial emitido pela **Strategy** (antiga MicroStrategy) projetado para remunerar detentores com dividendos fixos. O problema identificado por críticos está na mecânica de financiamento: a empresa continua emitindo novas ações e instrumentos de dívida para comprar mais Bitcoin, e os pagamentos aos detentores de STRC dependem, na prática, da valorização contínua do ativo subjacente e da capacidade de captar capital novo no mercado.

Os pontos centrais do debate são:

  • Estrutura de dividendos: os pagamentos da STRC não provêm de receita operacional tradicional, mas são sustentados pela estratégia de alavancagem sobre Bitcoin
  • Diluição contínua: emissões recorrentes de novos papéis para financiar compras de BTC diluem acionistas e aumentam a dependência do preço do ativo
  • Risco de colapso em queda: se o preço do Bitcoin recuar de forma acentuada, a capacidade da empresa de honrar os dividendos da STRC entra em xeque diretamente
  • Ausência de receita operacional proporcional: a Strategy gerou receita de software de apenas alguns milhões de dólares, enquanto sua exposição ao BTC supera US$ 40 bilhões

A comparação com estruturas Ponzi não é tecnicamente precisa, já que a Strategy detém Bitcoin real em seu balanço. Porém, a lógica de que o modelo só funciona enquanto houver apreciação do BTC e entrada de novos investidores dispostos a comprar os títulos emitidos é o que alimenta a desconfiança no [mercado cripto](https://coin360.com.br/criptomoedas/). Se o ciclo de captação se interromper ou o Bitcoin corrigir de forma prolongada, a pressão sobre a STRC tende a ser desproporcional à de um veículo de investimento convencional.

ⓘ Aviso: Esta notícia tem caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Consulte um especialista antes de tomar decisões financeiras.

Revisada pela redação do Coin360Produzida com auxílio de IAFontes públicas verificadas
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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

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