O Ministério das Relações Exteriores da China declarou, neste domingo (4), que os Estados Unidos devem libertar imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, além de garantir a segurança física do casal. A manifestação oficial foi divulgada após a operação conduzida por Washington em território venezuelano e é analisada com exclusividade pelo Coin360, que acompanha os reflexos políticos e financeiros do episódio.
Segundo a chancelaria chinesa, a ação americana representa uma violação grave do direito internacional, afronta a soberania da Venezuela e ameaça a estabilidade global. Pequim reforçou que qualquer disputa internacional deve ser resolvida por meio do diálogo diplomático, e não por ações coercitivas ou militares.
Pequim acusa EUA de violar a Carta da ONU
Em comunicado oficial, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que a conduta dos EUA contraria princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas, especialmente os que tratam da não intervenção em assuntos internos de Estados soberanos.
O Coin360 apurou que Pequim considera o episódio um precedente perigoso, capaz de incentivar novas ações unilaterais e aprofundar a instabilidade geopolítica em um momento de fragilidade econômica global.

Crise política impulsiona incerteza nos mercados globais
Especialistas em relações internacionais avaliam que o posicionamento firme da China eleva o risco de um agravamento diplomático entre grandes potências, o que tende a impactar diretamente os mercados financeiros. Situações como essa costumam gerar aversão ao risco, afetando bolsas tradicionais, moedas fiduciárias e commodities.
De acordo com analistas ouvidos pelo Coin360, esse ambiente de incerteza costuma beneficiar ativos alternativos, especialmente aqueles menos dependentes de governos centrais.
₿ Bitcoin e criptomoedas entram em destaque com tensão internacional
Historicamente, crises geopolíticas despertam maior interesse por Bitcoin e criptomoedas, vistos por parte do mercado como proteção contra instabilidade política, sanções econômicas e riscos sistêmicos. O Coin360 observa que, em episódios anteriores envolvendo conflitos entre grandes potências, o fluxo de capital para ativos digitais tende a aumentar.
“O mercado cripto reage rápido a eventos desse tipo. Quando cresce o temor de escalada política, investidores buscam alternativas fora do sistema financeiro tradicional”, explica um analista de ativos digitais ouvido pela reportagem.
Stablecoins também ganham relevância em cenários de crise, especialmente em regiões impactadas por restrições bancárias ou instabilidade cambial.
Diplomacia chinesa e o futuro da economia digital
A postura da China reforça sua estratégia de se posicionar como defensora da ordem internacional e do multilateralismo. Segundo o Coin360, esse discurso se conecta diretamente ao avanço de Pequim em temas como blockchain, moedas digitais soberanas e regulação de ativos digitais, áreas nas quais o país busca ampliar sua influência global.
A crescente interseção entre geopolítica e economia digital indica que decisões políticas podem acelerar — ou frear — a adoção de criptomoedas nos próximos anos.
Geopolítica, poder global e cripto cada vez mais conectados
A exigência da China pela libertação imediata de Nicolás Maduro vai além de um gesto diplomático. Como mostra a análise exclusiva do Coin360, o episódio evidencia como conflitos internacionais impactam diretamente a confiança dos investidores e o comportamento do mercado cripto. Em 2026, entender essa conexão tornou-se essencial para quem acompanha o futuro das finanças globais.
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