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G7 elenca roubo de cripto pela Coreia do Norte entre prioridades em 2026

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G7 elenca roubo de cripto pela Coreia do Norte entre prioridades em 2026
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O G7 incluiu o roubo de criptomoedas pela Coreia do Norte entre suas principais preocupações geopolíticas em comunicado divulgado nesta quarta-feira, 17 de junho. O grupo, formado por EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão, afirmou que é necessário enfrentar conjuntamente os crimes cibernéticos do regime de Pyongyang.

Autoridades americanas sustentam há anos que hackers norte-coreanos roubam Bitcoin e outras criptomoedas para financiar o programa nuclear do país. Os ataques atingiram US$ 2 bilhões em 2025, segundo dados da Chainalysis, volume recorde e crescente ano após ano. O G7 também reafirmou seu compromisso com a desnuclearização completa da Coreia do Norte.

A irmã de Kim Jong-un, Kim Yo Jong, reagiu ao comunicado afirmando que qualquer tentativa de intervenção internacional nos programas nucleares seria um convite ao desastre. Segundo ela, a desnuclearização é, nas suas palavras, a linha sem retorno que jamais pode ser cruzada.

O comunicado do G7 abordou ainda outros temas geopolíticos, incluindo a segurança de Taiwan, Líbano e Ucrânia. O grupo também saudou o acordo recente entre EUA e Irã, que reabriu o Estreito de Ormuz ao livre trânsito comercial, e garantiu que o Irã nunca obterá uma arma nuclear.

A regulamentação e o combate a crimes no setor cripto ganham peso crescente nas agendas de governos do G7 à medida que o volume de ativos digitais roubados por agentes estatais acelera. Investidores que utilizam melhores corretoras com padrões robustos de segurança reduzem a exposição a riscos associados a exchanges menores e menos regulamentadas.

Aviso: Este artigo é informativo e não constitui recomendação de investimento.

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Tor Field
Escrito por
Tor Field
Especialista em Criptomoedas
433 artigos · 18/06/2026

Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br — o portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas.

Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e a maioria das pessoas achava que era golpe. Eu fiquei. E nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 que eliminou 90% dos projetos, a entrada institucional de 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024.

No Coin360.com.br, lidero a produção de análises baseadas em dados reais — histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macroeconômico. Cada previsão publicada passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, exponho o raciocínio e assumo quando erro.

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