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A Block (XYZ) elevou suas projeções financeiras para 2026 após registrar desempenho acima do esperado no segundo trimestre, impulsionado pelo crescimento de Cash App e Square. O lucro bruto avançou 25% na comparação anual, para US$ 3,17 bilhões.

O lucro operacional ajustado alcançou US$ 855 milhões no período, também superando a orientação anterior da companhia. Já o lucro diluído ajustado por ação ficou em US$ 1,02, acima da estimativa consensual de Wall Street, de US$ 0,87.

Principais números:

  • Lucro bruto trimestral: US$ 3,17 bilhões, alta anual de 25%;
  • Lucro operacional ajustado: US$ 855 milhões;
  • Lucro ajustado por ação: US$ 1,02;
  • Nova projeção de lucro bruto anual: US$ 12,51 bilhões, ante US$ 12,33 bilhões;
  • Nova previsão de lucro operacional ajustado: US$ 3,47 bilhões, acima dos US$ 3,34 bilhões anteriores.

A diretora financeira da Block, Amrita Ahuja, afirmou que a revisão reflete a execução da empresa no primeiro semestre e o ritmo levado para a segunda metade de 2026.

Inteligência artificial no desenvolvimento:

A companhia informou que sistemas de IA agêntica ajudaram a escrever e revisar quase todas as alterações feitas no código de produção em junho. Segundo Owen Jennings, líder de negócios da Block, a quantidade de mudanças de código por engenheiro aumentou 150% em relação ao início do ano.

A expansão do uso de IA ocorre meses depois de a empresa cortar 4 mil postos de trabalho, em fevereiro, durante uma reestruturação orientada pela tecnologia. Os resultados indicam que Cash App e Square continuam sendo os principais motores financeiros da fintech, enquanto a automação ganha espaço em sua operação de engenharia de software.

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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.