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Autoridades do Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciaram a apreensão e o congelamento de mais de US$ 578 milhões em ativos digitais vinculados a organizações criminosas, como parte de uma força-tarefa dedicada a combater fraudes relacionadas a Criptomoedas no sudeste asiático. A operação, conduzida pelo Scam Center Strike Force do Distrito de Columbia, visa desarticular esquemas fraudulentos que utilizam plataformas online para enganar principalmente residentes americanos.

Ação contra organizações criminosas

Segundo o Departamento de Justiça, os fundos digitais apreendidos foram “roubados por organizações criminosas transnacionais chinesas” que exploravam sites e redes sociais para aplicar golpes. A força-tarefa, criada em novembro pela procuradora dos EUA Jeanine Pirro, ex-apresentadora da Fox News, tem como um de seus objetivos reaver os valores desviados e devolvê-los às vítimas sempre que possível.

Jeanine Pirro destacou que a apreensão de criptomoedas é uma etapa crucial no combate às fraudes investigadas. Ela ressaltou que, por meio de processos judiciais, o escritório da procuradoria buscará a confiscação definitiva desses recursos para que sejam restituídos às pessoas lesadas.

Dados públicos indicam que as autoridades americanas detêm um volume significativo de criptomoedas apreendidas em operações criminais, chegando a cerca de 328 mil Bitcoins. No entanto, até o momento, a Casa Branca não comentou oficialmente o tamanho dessas reservas digitais acumuladas.

Crescimento das fraudes em 2025

Relatórios da empresa de análise Blockchain Chainalysis apontam um aumento expressivo, de aproximadamente 1.400% em um ano, no número de golpes envolvendo falsificação de identidade relacionados a criptomoedas em 2025. Entre os métodos mais comuns estão os esquemas de “pig butchering” e fraudes de investimento, que registraram um crescimento médio de 600% no montante financeiro roubado.

Alguns envolvidos nesses crimes já foram condenados nos Estados Unidos. Recentemente, um indivíduo recebeu sentença de 20 anos de prisão por liderar um esquema que desviou mais de US$ 73 milhões, atingindo principalmente vítimas americanas.

As operações da força-tarefa refletem um esforço contínuo das autoridades americanas para enfrentar o avanço das fraudes digitais e proteger os investidores do Mercado de Criptomoedas, especialmente diante da crescente sofisticação dos criminosos que atuam internacionalmente.

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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.

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