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David Holz, cofundador da Midjourney, afirmou que 5 milhões de robôs humanoides operando continuamente seriam capazes de erguer uma cidade do porte de Manhattan em aproximadamente seis meses. A declaração abre uma janela para um cenário ainda mais extremo: 10 bilhões dessas máquinas em funcionamento até 2045, com implicações que ele projeta se intensificarem ainda mais até 2100.

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@elonmusk

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21/06/2026

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Amazing abundance for all!

David (@DavidSHolz)

5 million humanoid robots working 24/7 can build Manhattan in ~6 months. now just imagine what the world looks like when we have 10 billion of them by 2045. now imagine the year 2100.

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🇧🇷 Traduzido pela redação do Coin360:

“Abundância incrível para todos!

David (@DavidSHolz)

5 milhões de robôs humanoides trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana, podem construir Manhattan em aproximadamente 6 meses. Agora imagine como será o mundo quando tivermos 10 bilhões deles até 2045. Agora imagine o ano 2100.”

Fonte: @elonmusk via X (Twitter)

A lógica por trás da afirmação é aritmética, mas o impacto é geopolítico e econômico. Se a força de trabalho robótica escalar dessa forma, o custo marginal de construção, manufatura e infraestrutura converge para próximo de zero. Países com acesso a energia barata e matéria-prima passariam a deter vantagem produtiva desproporcional, enquanto economias baseadas em mão de obra intensiva enfrentariam compressão estrutural sem precedentes.

  • Capacidade atual projetada: 5 milhões de robôs humanoides seriam suficientes para construir Manhattan em cerca de 6 meses operando sem interrupção
  • Meta de 2045: Holz projeta uma frota de 10 bilhões de unidades, número que supera a população humana adulta atual do planeta
  • Horizonte 2100: A projeção se torna aberta, sugerindo uma economia de abundância onde a escassez física de bens construídos deixa de existir como variável limitante

No mercado cripto, a tese de Holz reforça narrativas já em circulação sobre deflação estrutural de ativos tangíveis e valorização de ativos digitais escassos por design. Se o custo de produção física colapsa, a escassez artificial codificada em protocolos como o do Bitcoin] ganha peso relativo como reserva de valor. O argumento não é novo, mas declarações de fundadores de empresas de IA de peso tendem a recalibrar o debate sobre para onde o capital de longo prazo se dirige quando a abundância material se torna tecnicamente viável.

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Revisada pela redação do Coin360Produzida com auxílio de IAFontes públicas verificadas
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Sou Tor Field, editor-chefe e CEO do Coin360.com.br, portal brasileiro de referência em análise e previsão de preços de criptomoedas. Entrei nesse mercado em 2009. O Bitcoin valia centavos, os fóruns eram em inglês técnico e quase todo mundo achava que era golpe. Eu fiquei. Nos 15 anos seguintes acompanhei cada ciclo de perto: o primeiro halving, o colapso da Mt. Gox, o boom das ICOs em 2017, o inverno de 2018 (que eliminou 90% dos projetos), a entrada institucional em 2020 e os ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos em 2024. No Coin360.com.br lidero a produção de análises baseadas em dados reais: histórico de preços, análise técnica, comportamento on-chain e contexto macro. Toda previsão que publicamos passa pela minha revisão antes de ir ao ar. Tenho opinião formada, explico o raciocínio por trás dela e assumo quando erro. O investidor brasileiro merece análise de qualidade no seu idioma, sem sensacionalismo e sem viés de venda. É por isso que o Coin360 existe.